Tu quoque, Brute, fili mi!

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Poderes sem pudores
Apunhalam a democracia.
Promessas sem premissas
Preferidas são proferidas.
A ganância paga propina.
O diabo faz delação.
O ignorante levanta bandeira,
Sem noção nessa nossa nação.
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O imposto é imposto.
É um tantão para o velho,
E tantã fica o moço.
Lambemos o fundo sem garantia,
Mas o congresso com graça fica com o grosso.
A cor do acordo de conveniência fica azul,
Para sair logo do vermelho.
E o povo acorda com a corda no pescoço,
Com cara de palhaço ao olhar no espelho.
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O que está em jogo,
É jogar no xadrez.
Carmem mirando o tabu,
Que do tabuleiro quer o Supremo suprimir.
O que o corruptor grava é grave,
É o que nunca mais queremos ouvir.
Não somos república de bananas!
Que o corrupto morra na prisão!
“Todo poder emana do povo”
Diz o parágrafo único da constituição.
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Autor: Sandro Ernesto 24/05/2017
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